09/06/2013
Para viver um grande amor

Há um ditado popular que diz que para curar uma desilusão amorosa, nada como um novo amor.

Vou dizer que concordo com essa afirmativa desde que esse novo amor seja com você mesmo.

Se não for com você mesmo, lamento... mas será depositado no outro todas as expectativas de uma felicidade que só compete a si mesmo, construída por meio da aceitação, do perdão e do amor próprio.

Caso contrario, vê-se o filme se repetir e lá na frente terminar para recomeçar tudo de novo em círculos viciosos que levam para fora e não para dentro.

Para viver um grande amor há que se estar por inteiro para que o exercício da entrega permita a complementariedade.

Para viver um grande amor há que se amar primeiro aquele que pode prover o melhor, o necessário e que pode lhe indicar os caminhos: você mesmo!


« voltar

Chronic Health Conditions in Childhood and Adolescence and the Formation of Care and Support Networks
Addressing care and support networks issues in the chronic health conditions context for children and adolescents requires understanding chronicity within the contemporary scenario and its nuances, both as a trace of epidemiological transition and through experiences that emerge from dealing with illnesses.